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<title>Exames complementares para a Implantodontia</title>
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<pubDate>Mon, 10 May 2010 00:54:16 -0300</pubDate>
<description><![CDATA[ <p><strong>Conta o Dr. Luis Gustavo Camillo Machado, especialista em Implantodontia, da cidade de Palmeira-Pr, que vem atingindo sucesso cada vez mais em suas cirurgias de implantes devido alguns diferenciais que ele preconizou. A&nbsp;entrevista&nbsp;foi realizada&nbsp;no Centro de Reabilita&ccedil;&atilde;o est&eacute;tico-funcional de Curitiba-Pr, a import&acirc;ncia de solicitar exames laboratoriais pr&eacute;viamente para realiza&ccedil;&atilde;o de implantes dent&aacute;rios.</strong></p>
<p><strong>-Entrevistador: Doutor, voc&ecirc; preconiza a solicita&ccedil;&atilde;o de exames laboratoriais antes de realizar cirurgias para coloca&ccedil;&atilde;o de implantes?</strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">- Dr. Luis Gustavo</span>: Sempre quando chega um paciente em meu consult&oacute;rio para realizar um or&ccedil;amento para a coloca&ccedil;&atilde;o de implantes, independente de ser um implante unit&aacute;rio ou uma reabilita&ccedil;&atilde;o total, a primeira consulta &eacute; apenas para anamenese, solicita&ccedil;&atilde;o de radiografias, tomografia&nbsp; quando necess&aacute;rio, e solicita&ccedil;&atilde;o de exames laboratorias complementares, sem o resultado desses requisitos n&atilde;o prossigo para o segundo passo, e de maneira alguma levo o paciente para o centro cir&uacute;rgico.</strong></p>
<p><strong>-Entrevistador: E quais os exames complementares que voc&ecirc; pede?</strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">-Dr. Luis Gustavo: </span>Devemos saber que na &aacute;rea da sa&uacute;de n&atilde;o devemos generalizar nada, pois cada paciente &eacute; um paciente, mas se n&atilde;o houver nenhuma suspeita de alguma altera&ccedil;&atilde;o sist&ecirc;mica e o paciente descreve-se como saud&aacute;vel sempre solicito um Hemograma completo, com tempo de coagula&ccedil;&atilde;o, Fosfatase alcalina, Creatinina e curva glic&ecirc;mica.</strong></p>
<p><strong>-Entrevistador: O que esses exames mostram?</strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">-Dr. Luis Gustavo:</span> No hemograma existe o Eritrograma e o Leucograma, nesses eu verifico o n&uacute;mero de c&eacute;lulas, que caso tenha alguma altera&ccedil;&atilde;o, eu j&aacute; posso suspeitar de uma inflama&ccedil;&atilde;o aguda ou cr&ocirc;nica, infec&ccedil;&atilde;o bacterina ou viral, alergia e outras desordens sangu&iacute;neas tais como anemia, leucemia e outras. O tempo de coagula&ccedil;&atilde;o &eacute; muito importante, pois tenho que tomar certos cuidados ao operar um paciente que tenha dificuldade para coagula&ccedil;&atilde;o, pois pode ocorrer uma hemorragia, e tamb&eacute;m sempre uma ferida cir&uacute;rgica com dificuldades para coagular &eacute; uma porta aberta para infec&ccedil;&atilde;o, e infec&ccedil;&atilde;o dentre outros problemas significa perda do implante, pois dificulta o processo de osseointegra&ccedil;&atilde;o. Curva glic&ecirc;mica &eacute; para verificar se o paciente n&atilde;o &eacute; diab&eacute;tico, se caso ele for e esteja controlado, solicito um exame de hemoglobina glicada, que me dar&aacute; o resultados de 2 meses anteriores. E fosfatase alcalina &eacute; para verificar se n&atilde;o h&aacute; presen&ccedil;a de nenhum tumor &oacute;sseo.</strong></p>
<p><strong>-Entrevistador: Se o paciente apresentar alguma altera&ccedil;&atilde;o no hemograma, voc&ecirc; opera?</strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">-Dr. Luis Gustavo:</span> sendo algum problema mais grave, n&atilde;o opero, mando consultar o m&eacute;dico e depois de normalizado fa&ccedil;o a cirurgia.</strong></p>
<p><strong>-Entrevistador: Voc&ecirc; opera pacientes diab&eacute;ticos?</strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">-Dr. Luis Gustavo:</span> N&oacute;s devemos ser bem criteriosos nessa avalia&ccedil;&atilde;o de pacientes diab&eacute;ticos, porque existem os pacientes pr&eacute;-diab&eacute;ticos, que podem ser operados normalmentes, os diab&eacute;ticos que est&atilde;o pouco acima do n&iacute;vel, alertamos o paciente a fazer uma dieta, e tamb&eacute;m opero, agora os pacientes muito desconpensados n&atilde;o, primeiro vai tratar a doen&ccedil;a.</strong></p>
<p><strong>-Entrevistador: Por que n&atilde;o opera pacientes diab&eacute;ticos?</strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">-Dr. Luis Gustavo:</span> Os fatores que eu julgo mais importantes &eacute; o comprometimento da cicatriza&ccedil;&atilde;o e a possibilidade de infec&ccedil;&atilde;o, assim repercutindo no insucesso da minha cirurgia e at&eacute; perda do implante.</strong></p>
<p><strong>-Entrevistador: De que depende o sucesso da cirurgia e qual o percentual?</strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">-Dr Luis Gustavo: </span>O sucesso da osseointegra&ccedil;&atilde;o depende do cirurgi&atilde;o dentista e do paciente tamb&eacute;m, a parte que me diz respeito &eacute; de&nbsp;realizar um bom controle ass&eacute;ptico, conhecimento total da t&eacute;cnica e respeitar as &aacute;reas nobres da mand&iacute;bula e maxila. Mas precisa de muita colabora&ccedil;&atilde;o do paciente, foi realizado um estudo que afirma que um outro fator respons&aacute;vel&nbsp;para que ocorra a&nbsp;osseointegra&ccedil;&atilde;o do implante depende da gen&eacute;tica do paciente, e melhor ainda, j&aacute; estou vendo para comprar o kit para realizar esse exame no meu consult&oacute;rio, assim sabendo qual o percentual que o paciente apresenta para o sucesso da osseointegra&ccedil;&atilde;o. Mas no geral o &iacute;ndice de sucesso &eacute; alt&iacute;ssimo, &eacute; 98% de sucesso na mand&iacute;bula e 95% de sucesso na maxila.</strong></p>
<p><strong>-Entrevistador: Em qualquer paciente pode-se realizar implantes?</strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">-Dr. Luis Gustavo:</span>&nbsp;Verificando que os exames estejam todos normais, partimos para o planejamento com radiografias e tomografias, para estudarmos medidas &oacute;sseas e&nbsp;acidentes anat&ocirc;micos. Muitas vezes tenho que realizar enxertos &oacute;sseos, que podem ser aut&oacute;genos ou n&atilde;o, levantamento de seio maxilar, lateraliza&ccedil;&atilde;o do nervo alveolar inferior. E quando n&atilde;o existe possibilidade de realizar algumas dessas manobras impossibilita a coloca&ccedil;&atilde;o do implante, mas na grande maioria conseguimos colocar.</strong></p>
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